O Caramujo Gigante Africano (Achatina fulica), cujos adultos chegam a medir de 15 a 20 cm de comprimento, de 10 a 12 cm de altura e pesam cerca de 200 g, foi introduzido em diversos países pelo próprio homem, tornou-se uma praga de diversas culturas, jardins e hortas. No Brasil não possui predadores naturais. ~
O Caramujo africano foi trazida de outros países por criadores de escargots, sem qualquer critério de avaliação do seu impacto ambiental, caso o animal fugisse do cativeiro.
Em vários países em que foi introduzido, numerosos esforços são dispensados para controlar esta praga.
Jardins e Plantas
Por serem polífagos, ou sejam alimentam-se de vários coisas, possuem um hábito voraz e sua dieta é composta de mais de 500 espécies de plantas, atacam as cascas, folhas, frutos das plantas, bem como raízes e bulbos. Destroem diversas culturas, incluindo hortas e causam danos consideráveis às plantações de frutíferas.
Degradação do solo
Por serem verdadeiros exploradores causam degradação do solo em áreas urbanas e em todos os lugares. Colonizam todos os espaços abertos em busca de novos territórios e novas fontes de alimento. É por isso que podemos encontrá-los nas cidades, em áreas públicas, lotes vagos, subindo ao longo das paredes, calhas e até mesmo nas residências.
Capacidade de reprodução
Cada caramujo deposita até 1000 ovos por ano e pode viver ate 10 anos. Isto significa que seu número pode crescer a um ritmo exponencial, o que aponta para uma solução emergencial para conter esta infestação.
São discretos
Com o hábito de vida noturna, a presença de caracóis e lesmas é freqüentemente substimada, por este motivo os prejuízos causados por eles são muitas vezes atribuídas a outros animais.
Os perigos
Para os seres humanos a Achatina fulica é uma ameaça à saúde pública pois pode ser o hospedeiro intermediário do nematóide chamado de Angiostrongylus cantoensis. Este nematóide (uma espécie de verme microscópio) pode causar a angiostrongilíase meningoencefálica. O contágio do homem pode ocorrer pela ingestão de larvas desse dematóide que ficam no muco produzido pelo caramujo ao entrar em contato com verduras, legumes e frutas. Não só a Achatina fulica pode transmitir vermes através de seu muco, como também outros caracóis e lesmas.
Hábitos noturnos
Por preferirem ambientes úmidos os caramujos procuram proteger-se do sol, por isto movem-se e alimentam-se principalmente à noite e ao entardecer. Geralmente durante o dia estão inativos. Podem ser encontrados sob a vegetação rasteira, abrigado embaixo as árvores e também enterrados no solo.
São muitos resistentes
Não se deixe enganar pelas aparências, lesmas e caracóis não são frágeis ! As lemas podem penetrar profundamente no solo para encontrar umidade e evitar altas temperaturas; os caracóis são imunes à muitas ameaças devido a proteção de suas conchas.
Longas caminhadas : Os moluscos são capazes de fazer grandes passeios noturnos. Apesar de seu tamanho eles podem viajar grandes distâncias. As lesmas caminham alguns metros e o caramujo africano até 50 m em uma noite.
Animais vorazes : Eles podem comer todas às plantas que estiverem à sua disposição, independentemente do fato da planta estar viva ou morta. Eles comem o que encontram e por vezes são vistos consumido cadáveres de animais ou matéria orgânica em decomposição.
Cuidados extras
Para evitar que os caramujos africanos presentes em propriedades vizinhas cheguem ao seu terreno, prepare uma mistura de sabão em pó e água, formando uma calda forte, e espalhe sobre o muro.
Refaça esse procedimento a cada 3 semanas ou após cada chuva.
Para ingerir verduras, frutas ou legumes de plantações que suspeite apresentar a presença de caramujos africanos:
Observe se as folhas e frutos estão inteiros, ou seja, se não foram comidos por caramujos.
Despreze os vegetais que tiveram contato com os caramujos.
Prevenção
Deixe as verduras, frutas e legumes mergulhados em uma mistura contendo 01 colher (sopa) de água sanitária para 01 litro de água, durante trinta minutos.
Enxágüe muito bem antes de comer.
Doenças
A simples manipulação desses moluscos vivos pode causar contaminação, pois dois tipos de microorganismos perigosos são encontrados em sua secreção.
Um deles é o Angiostrongytus costaricensis, causador da angiostrongilíase abdominal, doença que pode resultar em morte por perfuração intestinal, peritonite e hemorragia abdominal.
Os sintomas são dor abdominal, febre prolongada, anorexia e vômito.
O outro é o Angiostrongylos cantonensis, causador da angiostrongilíase meningoencefálica humana, que tem como sintomas dor de cabeça forte e constante, rigidez na nuca e distúrbios do sistema nervoso.
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Onde Atendemos
O Grupo Alternativa Verde oferece serviços especializados de controle de caramujo africano para residências, condomínios, empresas, indústrias, escolas, hospitais, órgãos públicos e áreas verdes. Nossa equipe atua com soluções personalizadas, priorizando a segurança, a responsabilidade ambiental e o Manejo Integrado de Pragas (MIP).
Atendemos as seguintes regiões:
Belo Horizonte e Região Metropolitana
Realizamos o controle de caramujo africano em Belo Horizonte e em toda a Região Metropolitana, atendendo residências, condomínios, empresas, indústrias, comércios, escolas, hospitais e áreas públicas.
Juiz de Fora e Zona da Mata Mineira
Oferecemos soluções técnicas para o manejo e controle do caramujo africano em Juiz de Fora e cidades da Zona da Mata, contribuindo para a proteção da saúde pública e do meio ambiente.
Rio de Janeiro
Atendemos residências, condomínios, empresas, órgãos públicos, indústrias e estabelecimentos comerciais em diversos bairros da cidade do Rio de Janeiro, utilizando métodos seguros e eficientes para o controle da espécie.
Teresópolis e Região Serrana
Na Região Serrana do Rio de Janeiro, realizamos serviços de controle de caramujo africano em Teresópolis e cidades vizinhas, auxiliando na preservação de jardins, hortas, áreas verdes, condomínios e propriedades rurais.
Se você identificou a presença de caramujos africanos (Achatina fulica) em seu imóvel, conte com o Grupo Alternativa Verde. Nossa equipe está preparada para realizar uma inspeção técnica, identificar os focos da infestação e desenvolver um plano de manejo personalizado para proteger seu patrimônio, sua família e o meio ambiente.
Solicite uma avaliação técnica e conte com mais de 30 anos de experiência em controle de pragas e saúde ambiental.
poços ou cisternas.
• Caso tenha dúvidas sobre o melhor local para cavar a vala, consulte os órgãos de saúde ou de meio ambiente de seu município.
• Lave as mãos após esses procedimentos
FAQ – Perguntas Frequentes sobre o Controle de Caramujo Africano
Nossa equipe atende:
- Belo Horizonte e Região Metropolitana;
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- Teresópolis e Região Serrana do Rio de Janeiro.
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